A fé cristã é caracterizada por um intenso sentido do futuro. Mas a esperança das cartas nunca foi fuga da realidade, e sim o combustível para uma vida de santidade no presente.
A esperança da Parousia como motor da santidade
Paulo consola os crentes de Tessalônica afirmando que os mortos ressuscitarão, que os vivos se reunirão com seus amados para sempre, e que todos os cristãos, vivos ou mortos, estarão com o Senhor eternamente. Essa esperança não é fuga da realidade, mas o combustível para uma vida de santidade prática.
Esperança como fuga
Aguardar o futuro como desculpa para a passividade no presente.
Esperança como combustível
A certeza da volta de Cristo movendo uma vida de santidade prática.
Instrução para o presente, não apenas para o futuro
Paulo direciona seus leitores também para a eternidade passada, lembrando-lhes que desde o início Deus os escolheu para serem salvos (2 Ts 2.13). O amor constante de Deus se estende até mesmo antes do alvorecer dos tempos. Se fomos escolhidos por graça imerecida e estamos destinados a ser glorificados, então somos fortalecidos para suportar a adversidade, permanecer firmes contra o Maligno (2.15; 3.3) e persistir em fazer o bem (1.11; 3.13).
Firmeza como resposta a tudo: perseguição, engano e ociosidade
Paulo dá instruções em 2 Tessalonicenses 2.15–17, permaneçam firmes, guardem os ensinamentos dados, firmem-se em toda boa palavra e consolem seus corações. A razão é simples e poderosa, Deus é fiel (3.3). A firmeza não é resultado de força humana, mas de confiança na fidelidade divina.
“Nós temos uma esperança. Seu nome é Jesus, e Ele está voltando.” O coração de 1 e 2 Tessalonicenses em uma sentença