A congregação de Esdras era uma sociedade fragmentada: idosos que lembravam do passado e jovens nascidos no exílio; judeus que falavam hebraico e uma geração que só entendia o aramaico; ricos e trabalhadores braçais que reconstruíam os muros de Jerusalém. Havia uma tremenda mistura cultural e um analfabetismo bíblico generalizado.
O cenário de Esdras era exatamente o nosso: pura diversidade sociocultural. Diante disso, ele estabeleceu um processo de quatro etapas que deve ser a espinha dorsal de todo educador cristão.