Jesus não ensinava de uma torre de marfim. Com a mulher samaritana no poço de Jacó (João 4), Ele não iniciou com um tratado teológico: pediu água. Tocou na rotina cansativa daquela mulher que buscava água ao meio-dia para evitar os olhares. Foi por essa empatia que falou da "Água Viva".
Paulo é outro exemplo magistral. No Areópago de Atenas (Atos 17), ele conhecia a literatura e a cultura dos gregos, partindo do "Deus Desconhecido" para apresentar o Criador.