O escritor abre afirmando a identidade de Jesus como Filho de Deus e deixando claro o que esse título significa. Como o resplendor da glória de Deus, Jesus expressa a presença divina; como a expressão exata do seu ser, Jesus é idêntico a Deus, de modo que, quando vemos Jesus, vemos exatamente como Deus é.
Os judeus convertidos pensavam ter perdido tudo de sua tradição: templo, sacrifícios e sacerdotes. O autor prova que eles haviam perdido apenas a sombra, e ganhado a substância.