O relativismo trata a Bíblia como argila: maleável, moldável ao gosto de quem a segura. A fé cristã histórica a trata como rocha: firme, dada por Deus, anterior a nós e acima de nós. A diferença não é de estilo, é de fonte de autoridade, e tudo depende dela.
A Escritura não é a opinião de homens religiosos sobre Deus. Ela é Deus falando, por meio de homens, sob o sopro do seu Espírito. Por isso ela não se dobra à cultura, ao século ou ao desejo. Quatro convicções sustentam essa firmeza.