Jerusalém não tinha grande rio. Não se erguia às margens do Nilo nem do Eufrates, como as cidades imperiais que viviam de suas águas. E é justamente esse o ponto: o rio da cidade de Deus não é geográfico, é a própria presença do Altíssimo. Onde Deus habita, brota uma corrente que nenhuma seca alcança.