Paulo usa o exemplo de Abraão para demonstrar que a justiça sempre repousou sobre a fé, e não sobre a lei mosaica, que só viria séculos depois. A promessa antecede o mandamento; a graça antecede o esforço.
Se a salvação dependesse das obras, a cruz seria desnecessária. Por isso a refutação é tão feroz: o evangelho dos judaizantes não acrescenta algo ao evangelho, ele o anula.