Parte III · O Privilégio da Filiação (4.12, 31)

A Alegoria da Liberdade

Paulo apela ao afeto que une os gálatas a ele, e então toma duas mulheres da história de Abraão para revelar dois caminhos: a escravidão e a promessa.

Imagem 16:9 · capitulo-04.jpg A alegoria da liberdade, Hagar e Sara

Dois Filhos, Dois Pactos

Abraão teve dois filhos: um da escrava, nascido segundo a carne, e outro da mulher livre, nascido em virtude da promessa. Paulo lê essa história como uma alegoria de dois pactos e duas formas de se relacionar com Deus.

Voltar à lei é escolher a linhagem da escravidão. Permanecer na fé é reivindicar a herança dos filhos da promessa, livres por graça.

Sara e Hagar

A mesma casa, dois destinos.

Hagar · A escrava

O monte Sinai

Representa a Jerusalém atual, que está em escravidão com os seus filhos. É a aliança que gera servidão, o ritualismo legalista que nunca liberta.

Sara · A livre

A Jerusalém de cima

É livre, e essa é a nossa mãe. A aliança da promessa gera filhos livres, herdeiros segundo a graça e não segundo a obrigação.

A linhagem da carne

Nascer sob a lei, herdar a escravidão.

A linhagem da promessa

Nascer pelo Espírito, herdar a liberdade.

Pelo que, irmãos, não somos filhos da escrava, e sim da livre.

Gálatas 4.31 · Os filhos da promessa