A ressurreição não foi um instante isolado, mas o início de um período de aparições repetidas e públicas. Jesus comeu com os discípulos, ensinou-os, deixou-se tocar e, sobretudo, os comissionou. Lucas resume: "a quem também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles durante quarenta dias."
Paulo, escrevendo a Corinto cerca de vinte e cinco anos depois, transmite uma lista de testemunhas que recebera como tradição já fixada, incluindo "mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais vive ainda a maior parte". Era um convite implícito: perguntem a eles. A ressurreição não é mito tardio; é fato atestado por testemunhas que ainda podiam ser interrogadas.