Capítulo Um · Era Apostólica e Patrística

Primeiros Séculos
da Igreja

Desde a era apostólica, a fé enfrentou resistência: dos judeus, que recusavam a Divindade de Cristo, e dos gregos e romanos, que negavam a singularidade de uma religião única. Defender a fé com evidência foi, desde o início, uma necessidade.

Cristãos dos primeiros séculos orando numa catacumba

1.1

A evidência cristã na Era Apostólica

Atos 17:2-3

Os apóstolos tiveram que lidar com a resistência dos judeus em aceitar a Divindade de Cristo, e dos gregos e romanos, por negarem a singularidade de uma religião apenas.

O Cristianismo e a cultura judaica

O monoteísmo judaico gerava hostilidade dos judeus pelo fato de os cristãos aceitarem a Divindade de Cristo. O crescimento do Cristianismo era visto como um risco à religião judaica.

O desafio do paganismo

Outro desafio cultural vinha externamente, dos pagãos que, diferentemente dos judeus, não faziam objeção à religião cristã, desde que ela reconhecesse as demais religiões como legítimas.

1.2

A evidência cristã na Patrística

Período que sucedeu a Era Apostólica. Os apóstolos tinham morrido; no entanto, deixaram discípulos que deram seguimento à propagação do Evangelho.

O Cristianismo e a filosofia grega

O Evangelho chega a Alexandria, uma cidade que se constituía em um dos principais centros acadêmicos da antiguidade. Alguns Pais da Igreja rejeitaram completamente a Filosofia, ao passo que outros fizeram uso dela para dar consistência à lógica da Doutrina Cristã.

1.3

O Cristianismo e o Império Romano

Sob o domínio romano havia liberdade religiosa.
Antes do fim do primeiro século, porém, a presença dos cristãos no império incomodava os imperadores romanos, levando-os a implacáveis perseguições.

Os cristãos abominavam o culto ao imperador. Em nome da Fé, entregavam-se ao martírio.

O sangue dos mártires é a semente de cristãos.

Tertuliano